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terça-feira, 17 de março de 2020











                                              E agora mestre? Simples. O mesmo, sed, menos crueza, humanidade, sim. Não, sem escrúpulos, eliminando  sumariamente a quem se opõe. Este exemplo  não seguimos, humano é dar oportunidade de defesa, um direito. Esta, a diferença. Não há-de se perder a ternura. É próprio da guerra nos tornar desumanos, por isto, só no último caso, se a fará, mas sabendo o porquê. Nunca será para alimentar instintos bestiais, porém, nossa humanidade, como Lampião, lembrem-se, como Lampião.

segunda-feira, 3 de junho de 2019













                 
                                      Mestre, será mesmo necessário fazer a guerra?
                        Vocês devem ficar muito preocupados com a guerra, jovens, partir para a guerra matar quem em tese não fez nenhum mal é estarrecedor. Entretanto, há certas situações que só se resolvem com a guerra. Se você não fizer já perdeu a batalha, logo, é melhor perder a batalha fazendo guerra, que perde-la sem fazê-la. A guerra, em verdade, é uma forma de fazer política.

domingo, 3 de junho de 2018

                                                       












                                                              Cicuta. A quem te lembras? Bomba de Hiroshima te leva a quem? Cadeira elétrica te leva aonde? Guilhotina te lembra alguma coisa? Já ouviste falar de Guantânamo? Gulag que significa para você? E Patrice Lumumba você já ouviu falar dele? Você sabe que a Bélgica e a CIA  o mataram? Você tem noção de quantas pessoas  morreram na segunda guerra mundial? Quarenta e cinco milhões, talvez. Para quê? Em verdade o que defendiam estas pessoas? O capital de uns poucos? Mudou alguma coisa? Talvez nunca se justifique uma guerra, mas se tens um tirano em tua terra, é preciso que seja eliminado. E saiba, nem sempre é um governante o tirano. Podes ter um tirano bem em tua  frente e tu o suportas em nome de que? Da piedade cristã? Pergunta se ele tem piedade de ti. 

quarta-feira, 9 de maio de 2018








                                             

                                                       Não é demais repetir. Toda forma de luta é legítima para se atingir um objetivo. Lembremos as visacanias  ou vishkanias, capazes, algumas delas, de matar uma pessoa só com um olhar. Eram jovens educadas desde a infância para liquidar o inimigo. Alimentadas com doses homeopáticas de veneno até se tornarem imunes a seu efeito. Imunes, Comiam e bebiam com a vítima o alimento ou bebida envenenado que o levava à morte.  
                                 Assim, tem em mente que tudo é válido e legítimo  para vencer o inimigo.                  
                                   Se Podemos fazer isto na atualidade? Claro e com muito mais perfeição. Aliando-se os ensinamentos históricos às novas tecnologias a possibilidade de erros é muito menor. Ninguém espere vencer o inimigo de uma só investida, isto pode acontecer, mas é sobretudo estudando nossos erros que conseguiremos uma ação perfeita no futuro. Isto quer dizer que nossos primeiros homens ou mulheres poderão fracassar em sua missão, mas alguém tem de correr o risco, senão nunca se chega lá. O mundo mudou, hoje há de se educar meninos e meninas para esta tarefa.
                                                       Tu me perguntas se isto não é imoral ou  injusto. Respondo. Já vistes se vencer uma guerra com a moral, com honestidade? Não caias no engodo da moral burguesa. A moral foi inventada para subjugar as classes inferiores, porque a elite está se lixando para a moral, ela sabe que as classes inferiores, acostumadas a obedecer, vão seguir suas regras, embora ela não a obedeça, porque feitas justamente para sujeitar os de baixo. Por isto é difícil uma revolução. O vizinho vai logo dizer: Mas meu patrão é diferente. Esqueçamos isto. Fixemo-nos na nossa voluntária, em breve estará preparada para esta sublime tarefa, enquanto preparamos outros e outras para esta tarefa. 

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

EU SUNT STEPHEN PADDOCK

                                           








                                         

                                               

                                                       Sim. Sou Stephen Paddock. Que mal fiz eu, perto das atrocidades do mundo? Milhões choram menos de uma centena de mortos e alguns feridos, esquecidos dos milhões mortos pelas guerras, que nada mais são do que terrorismo de Estado. Não, não é para justificar meus atos, nem quero que me perdoem. Apenas, vejam. Não sou melhor nem pior de quem, hoje, me apedreja. Saibam. Nunca  eles vão te contar a verdade. Mentem dizendo que me matei. Dizem isto com todos. Matam para silenciar as razões de nosso ato. Manter a imagem de país uno, sem divergências. Anos ouvindo. Somos a maior nação e nossa forma de vida, a melhor. E em nome disso, mandam-nos à guerra matar irmãos. Quantos morrem, diariamente,  no mundo por nossas mãos? Um dia recebi um chamado. Uma voz nunca antes ouvista. E me preparei para servir à aquela causa. Inchalá. Deste local privilegiado eu vejo toda a orgia que se perpetra lá embaixo. Ah! humanidade podre, enquanto isto, milhões de irmãos morrem de fome, sede e frio. Nesta hora ninguém se lembra de Deus, mas daqui a pouco todos gritarão seu nome. Canto e risos serão gritos e gemidos. Ouvirá o Senhor, Deus é Grande, seus gritos? Logo, logo o FBI dirá: Um ataque isolado, de um louco, nada a ver com o Estado Islâmico. Até apelido já me dão. Lobo solitário. E como eles explicam ter eu tantas armas? Têm medo de que?  Será o povo imbecil para acreditar neles? Breve o mundo falará de mim, mesmo repetindo as mentiras oficiais, falarão. Outros irão mais longe. Indagarão de minhas razões e refletirão. Quantos estavam com ele?Vocês sabem que não estou sozinho. Alguns estão comigo, agora, mas no mundo, milhares, quem sabe? Milhões. Como eles tratam o povo? Apenas braços, quando não tiverem mais braços, descartam. Eu escolhi outro caminho. Ah, por quê não mostram minha foto de corpo inteiro? Aquela de um homem caído, sem sangue, sem marcas de tiro, sou eu? Quem acredita? Adeus vidinha medíocre de jogatinas e mesmice. 

ENERGIA, ECONOMISE

                 Mestre, como fazer então? Não faz. Não fazer é a melhor opção. Não se deve gastar energias por coisas de menor valor; guard...